Nem mesmo a Teologia estima o que seja o paraíso celeste, quanto mais os homens. O que nós temos nada mais é do que alguma noção baseada nos escritos bíblicos, alguma coisa revelada pelos profetas inspirados e palavras de Jesus.
Dada a escassa fonte de dados , a nossa imaginação pode navegar por tudo o que conhecemos e talvez nem mesmo o mais sábio chegaria à pontinha do iceberg que é o paraíso celeste. Muito embora podemos perceber um vício na análise. O homem é mortal e as coisas do Céu são imortais. Qualquer mecanismo criado deste lado de cá não é capaz de fazer avaliações quantitativas e qualitativas do que é realidade do lado de lá! A prova cabal disso é que para a existência de alguma coisa é necessário espaço físico e/ou algum agente que execute a ação abstrata(sentimentos como o amor ou ódio precisam de pessoas que os sintam). Mas os espíritos não ocupam lugar no espaço, nem mesmo o Céu é um lugar para ir quando os homens morrem.
Portanto, esqueça a idéia de campos bonitos e verdejantes que muitos imaginam que seja o destino final. A curta vida pode ser comparada a uma gestação. O bebê não imagina o mundo lá fora e se estima algo. deve imaginar um lugar quente, escuro e imerso em líquido como é a barrga da mãe. A idealização que temos é algo que os homens consideram bonito, um paraíso terreno.
Dada a escassa fonte de dados , a nossa imaginação pode navegar por tudo o que conhecemos e talvez nem mesmo o mais sábio chegaria à pontinha do iceberg que é o paraíso celeste. Muito embora podemos perceber um vício na análise. O homem é mortal e as coisas do Céu são imortais. Qualquer mecanismo criado deste lado de cá não é capaz de fazer avaliações quantitativas e qualitativas do que é realidade do lado de lá! A prova cabal disso é que para a existência de alguma coisa é necessário espaço físico e/ou algum agente que execute a ação abstrata(sentimentos como o amor ou ódio precisam de pessoas que os sintam). Mas os espíritos não ocupam lugar no espaço, nem mesmo o Céu é um lugar para ir quando os homens morrem.
Portanto, esqueça a idéia de campos bonitos e verdejantes que muitos imaginam que seja o destino final. A curta vida pode ser comparada a uma gestação. O bebê não imagina o mundo lá fora e se estima algo. deve imaginar um lugar quente, escuro e imerso em líquido como é a barrga da mãe. A idealização que temos é algo que os homens consideram bonito, um paraíso terreno.
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